Os Sete

Os Sete

Mergulhadores encontram uma caravela naufragada no litoral do Rio Grande do Sul e dela retiram vários objetos, inclusive uma grande caixa de prata. Quando a caixa é aberta, sete vampiros do Rio D'Ouro (Portugal), acordam e passam a espalhar terror no Brasil.André Vianco apresenta os vampiros "Inverno", "Acordador", "Tempestade", "Lobo", "Espelho", "Gentil" e "Sétimo" que possuem poderes sobrenaturais que vão além da vida eterna, força e velocidade sobrehumana que geralmente são vistos na maioria dos filmes e livros sobre o gênero.

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Since I started to read André Vianco's books, I always feel torn between liking his ideas and hating his writing style. His writing style, with short and direct sentences works pretty well for short stories with few characters, like his own book A Casa. Amidst this complete loss of time going through repeated experiences, the writer ends up getting lost within the new elements that appear later in the book. There lies the other problem: there are just so many characters, so many vampires, researches, heroes, secondary characters that you will have no idea of the purpose of reading the story of one of the lieutenants's family issues.

E até mesmo essa tem problemas na sua formação, tipo obviamente o autor tentou parecer como se esse não fosse o caso fazendo da Eliana uma intelectual e dizendo explicitamente que não quer ser uma donzela indefesa mas isso não impede que ela tenha esse papel mesmo assim, ela não tem nenhuma agencia sobre a sua própria história, tipo o Tiago, o César, o Guilherme, o Miguel e etc todos os outros tem o seu destino definido pelas suas próprias decisões, ela só pelas decisões dos outros e acidentes aleatórios.

E os vampiros são portugueses (porque pra serem criaturas "medievais" brasileiras só se fossem índios, haha), o que, pelo menos para mim, foi novidade. O fato dessa tv ter sido ligada não tem importância nenhuma para a trama, além do fato de o personagem ter se informado sobre as ações vampíricas pelo jornal. Esse jornal e essa repórter realmente existem, então para que citar os nomes verdadeiros e fazer uma propaganda? - Eu escutei o áudio livro, então não sei se na versão impressa tem alguma divisão, mas no áudio a narrativa muda de um personagem para outro sem nenhum aviso. E ele troca para os pontos de vista de vários personagens, até do caminhoneiro que aparece em duas cenas. - Falando no caminhoneiro, por que dar foco em personagens que não vão ter a menor importância mais pra frente, nem vão aparecer ou ser citados de novo? Ele explicou isso para os outros bem por cima, e mais pra frente o Miguel entendia de funcionamento de motores de lancha a explosão. nem eu sei o que é um motor desse nem como ele funciona, então como um vampiro português que passou os últimos 500 anos numa caixa no fundo do mar vai entender em 5 minutos? Aí ele mata todo mundo para mostrar como ele é terrível e eu pensei ok, agora vou ter que aguentar o resto da história com essa peste, porque se ele matar todo mundo, vai sobrar só ele -.-" - O estilo do autor em geral. Aí no final do livro eu descubro que a história não tem fim e tem uma continuação. Até porque os personagens que achei melhorzinhos não estarão no próximo livro.

Primeiramemente, quero parabenizar o autor pela ousadia de tentar publicar um livro sozinho, alias, unico motivo de ter uma estrela, e se nao fosse isso eu daria a esse livro um grande 0. 1)A estoria nao e ruim, um pouco cliche, mas fora isso, a ideia de vampiros portugueses no Brasil e sensacional. Conta infinitos e desnecessarios detalhes que nao te mostram nada de novo, apenas te dizem o que esta acontecendo dolorosa e lentamente. como que um editor nao ve isso? Ela nao faz nada, apenas vai na onda dos machos da historia. Repito, o autor nao ilustra a cena, ele diz o que esta acontecendo de forma cansativa. E pra isso que um editor serve, e se o de voces servissem, este/esta teriam cortado no minimo metade do livro. Eu fiquei apenas com um gosto amargo de uma comedia sem intencao de ser comedia, e isso pq verdade seja dita, por mais q o cara seja gente fina, o autor nao sabe escrever. Absolutamente mal desenvolvido e caricato, nao foi usado pra avancar a estoria, na verdade a atrasava, ja que os personagens repetiam a mesma coisa. Atraves do dialogo, decobrimos o q os personagens querem e tramam para conseguirem isso, mas nao, aqui nao vemos nada disso. Como pode um livro ter tudo isso de paginas e pouquissimos conflitos? O livro nao constroe uma trama que se resolve no final, ele apenas se arrasta e tagarela ate la. Se eu tivesse pego uma copia de um autor amador, eu nao teria me irritado tanto, mas eu peguei algo que aparentemente uma publicadora profissional achou publicavel e profissional, o que e absolutamente terrivel, e talvez uns dos motivos pelo qual ainda nao se leva a serio a escrita brasileira.

Gostei dos personagens, mas acabei me apegando mais aos vampiros que aos humanos o que é, bem, estranho uma vez que eles são claramente maus e sanguinários na história. <3 Gostei muito do como Vianco deixava claro que eles eram criaturas más e amaldiçoadas. Falando em Vianco, eu gostei da escrita, simples e fluida, com expressões e palavrões, que sempre me faz crer mais em uma aproximação à realidade, mas algumas vezes, peguei meus olhos simplesmente correndo pelas páginas quando havia descrição lenta e eu estava com pressa pela ação.

Andre Vianco is now the Brazilian writer wins more readers of fantasy and terror.

  • Os Sete

  • Portuguese

  • Fantasy

  • Rating: 3.95
  • Pages: 379
  • Publish Date: 2001 by Novo Século
  • Isbn10: 8587791052
  • Isbn13: 9788587791054