A Burnt Child

A Burnt Child

Stig Dagermans influential novel about a young mans troubling journey through despair and illicit passion.Set in a working-class neighborhood in Stockholm, A Burnt Child revolves around a young man named Bengt who falls into deep, private turmoil with the unexpected death of his mother. Written in a taut and beautifully naturalistic tone, it remains Stig Dagermans most widely read novel and is one of the crowning works of his short but celebrated career.

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Stig Dagerman aveva venticinque anni quando questo romanzo, generalmente considerato il suo capolavoro, e spesso considerato un capolavoro tout court, fu pubblicato. Esiste un suo appunto di tre anni prima della morte che rappresenta una traccia di futura lapide a se stesso: QUI RIPOSA UNO SCRITTORE SVEDESE CADUTO PER NIENTE SUA COLPA FU L'INNOCENZA DIMENTICATELO SPESSO. Il dolore che per certi versi sostiene e protegge e giustifica, ma anche, il disagio come prigione - lingenuità, il bisogno di verità, la necessità di purezza - il tormento e la sofferenza e linadeguatezza - il rifiuto del compromesso e della mediocrità, limpossibilità di accettare il mondo così comè, linaccettabilità dei limiti della condizione umana - la sensazione di solitudine e diversità, la sensibilità esasperata Tutto contribuisce a fare delladolescenza unetà inadatta alla vita. Le belle pagine di Fofi, che starebbero meglio collocate in coda, come postfazione piuttosto che prefazione, apparentano Dagerman e il suo giovane protagonista a una famiglia nobile e composita: Kafka, Camus, Strindberg, Rimbaud, Pasolini, il giovane Bergman (perché Dagerman sintendeva di cinema, se ne occupò da giornalista, ma si capisce che lo conosceva e amava, sua moglie, Anita Björk, era una celebre attrice che lavorò più volte proprio con Bergman) E, sempre, se si parla di adolescenza, il mio pensiero corre a Truffaut. Bengt, il protagonista, è deluso dallinternazionalismo socialista, ma Dagerman aveva frequentato anarchici e sindacalisti, e solo un anno prima aveva scritta pagine mirabili sulla ricostruzione tedesca, la fine della guerra, il nazismo. In Bambino bruciato la guerra conclusa da poco, la sua ecatombe, sembra del tutto assente.

Se o que se descreve contém raiva latente, pronta a explodir no virar de cada página, o como se escreve parece emergir de uma amargura autoral não menos enraivecida, explicando porque se não "perde" tempo e se ataca sempre o contar e descrever de forma tão direta, com muita ânsia de dizer, de pôr cá fora os mundos e realidades experienciadas, prontamente re-imaginadas. Lendo sobre Stagerman são muitas as pontas que se tocam com aquilo que se vai descrevendo em "O Vestido Vermelho / Criança Queimada", desde logo se o protagonista tem cerca de 20 anos, o autor tinha na altura 24. Fica-me a dúvida sobre a tradução que é dos anos 1950, e que além de apresentar algumas palavras mais estranhas, como as dezenas de menções a "bulha" de cada vez com significado distinto, me incomodou particularmente pela adulteração do título, algo que é defendido pela tradutora em prefácio, apesar de não apresentar qualquer argumento para o efeito.

"Sedento de apaziguamento, saciou-se com o suicídio, aos 31 anos de idade..." O Vestido Vermelho é um doloroso texto sobre a morte, o luto, a solidão, a dificuldade de relacionamento entre pais e filhos e sobre o amor - que, mesmo quando proibido, é a única coisa com o poder de adoçar o amargor da vida. "Não quero rebaixar o meu pai, mas tenho de te confessar que uma vida como a sua me daria a morte se tivesse de a viver.

Outono alemão foi sem dúvida o que mais gostei, por versar em torno das vidas e sentires de pessoas reais. Jogos da noite, foi escrito um ano após o Outono alemão, neste livro Dagerman faz uma viagem no tempo e traz-nos as suas lembranças de uma infância infeliz.

Dagerman's language is extremely pared down, sometimes bordering on naive and children's book-like. And finally, the real anxiety..

In A Burnt Child a mother dies... When I was little she used to kiss me to make me happy, but when I was grown-up and unhappy she used to say: Sit down at the table and write a letter to yourself. And when you have finished you aren't unhappy any more, but you have a long letter. A long, lovely letter. The story begins with the mother's funeral and slowly builds in tension until we read his last letter. A cold Swedish winter book with long nights watching candles burn.

Nothing is so beautiful as the first few minutes alone with someone who might love one and someone whom one might love. * Once they knew each other it was more difficult, because it is difficult to love those we know well. A moment ago it was on fire, now the rapid ashes are warming our feet. A moment ago we have seen the desert of our life in all its appalling vastness, now we see that the desert is in flower. But moments of peace are short.

Ensuite on est certain que ce n'est pas une apologie du suicide. Roman silencieux, comme un pas dans la neige, ça peut crisser, ça peut glisser, ça peut casser mais ça fait pas forcément autant de bruit que celui d'un talon aiguille sur le plancher d'un couloir pourri de la Sorbonne.

Yet I got into this book. The first time I read the two last chapters I got through them quickly.

Stig Dagerman was one of the most prominent Swedish authors during the 1940s.

  • English

  • Fiction

  • Rating: 4.09
  • Pages: 264
  • Publish Date: 1991 by Quartet Books
  • Isbn10: 0704301253
  • Isbn13: 9780704301252